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SESSÃO ORDINÁRIA: 22/08 - 17H

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14/06/2017

Administrador do Hospital Azambuja fala sobre a instituição em sessão do Legislativo

Destaque

O administrador do Hospital Azambuja, Fabiano Amorim, participou durante esta terça-feira, 13, da sessão ordinária da Câmara de Vereadores. Na oportunidade, ele abordou detalhes acerca dos serviços prestados à comunidade pela instituição hospitalar e respondeu a questionamentos feitos pelos parlamentares.

Em sua apresentação, Amorim frisou o caráter regional do Azambuja, que recebe pacientes não só de Brusque, mas também de outras cidades, como Guabiruba e Botuverá. Ele apresentou uma série de dados que traduzem a importância do hospital para Brusque e região, como o número de consultas realizadas em pronto-socorro, mês a mês, de janeiro de 2015 a maio de 2017 - atualmente são mais de sete mil, e, no mesmo período, a quantidade de consultas em ambulatórios, particulares e por convênios, cirurgias - a maior parte via SUS, em casos de emergência, e outras viabilizadas por mutirões do governo estadual ou pela prefeitura. Também foi citado o volume de nascimentos que ocorrem diariamente na instituição e a média de ocupação hospitalar – em maio deste ano, 62%.

Amorim falou ainda sobre o tempo médio do atendimento médico, entre o registro da ficha e a chamada pelo médico, pelo qual passam as pessoas que procuram o pronto-socorro (em maio, esse tempo era de uma hora e meia).

Ele frisou as pesquisas realizadas para conhecer a opinião dos usuários a respeito de cada ala do Azambuja. “No mês de março, contratamos uma psicóloga que vai diariamente nos quartos para tentar resolver os problemas que as pessoas têm dentro do hospital. Com isso, conseguimos humanizar muito mais o serviço”, destacou.

Os últimos equipamentos adquiridos pela instituição foram apresentados em imagens no telão do plenário, dentre os quais uma máquina de ressonância magnética importada dos Estados Unidos: “É o equipamento mais moderno que existe no Estado e foi o segundo a ser instalado no Brasil. Ele é totalmente digital e todo de fibra ótica”, frisou Amorim. “Foi adquirido com caixa do hospital. Temos um financiamento nos Estados Unidos de 750 mil dólares, o qual pagamos religiosamente em dia”.

Após a explanação, os vereadores lhe dirigiram algumas perguntas, com foco em assuntos como o programa Fila Zero, da Prefeitura de Brusque, o atendimento pediátrico e as possibilidades de tornar o Azambuja, de fato, um hospital regional. Ele procurou esclarecer as dúvidas dos parlamentares, que também teceram elogios ao funcionamento do hospital, especialmente à recente criação do Grupo de Valorização da Vida, voltado à conversação e troca de experiências acerca do suicídio.

Marcos Deichmann (PEN), que solicitou em requerimento a participação de Amorim em sessão do Legislativo, chamou a atenção para o fato de que passam dos 90% os casos clínicos atendidos no pronto-socorro do Azambuja – cuja finalidade é oferecer atendimento de urgência e emergência. O pico da demanda, observou, ocorre justamente durante o dia, quando as unidades básicas de saúde (UBS) municipais encontram-se abertas. Na avaliação do parlamentar, isso ocorre devido a falhas nos serviços das UBS. “Que a Secretaria de Saúde dê mais atenção aos postos de saúde”, pediu o vereador.  

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